segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Caso Valdete

Não conheço o senhor Valdete, não sei qual é o seu real envolvimento no episódio de sonegação fiscal, não tenho procuração para defendê-lo, mas me sinto na obrigação de vir a público rebater mais esta tentativa de determinado meio de comunicação local, de associar este fato a administração do Padre Apparecido. Refiro-me a matéria veiculada em um informativo on line, cujo teor afirma que computadores e documentos da prefeitura municipal de Teixeira de Freitas teriam sido apreendidos pela Polícia Federal, com o objetivo de serem periciados, em uma clara tentativa de atingir o Padre Apparecido. Ora, é mais que evidente que este senhor "responsável" por tal notícia, sabe que em fatos desta natureza somente são apreendidos objetos e documentos que tenham efetiva relação com o ilícito em apuração, e, "in casu", não há nexo causal entre a Prefeitura Municipal, através do Secretário de Indústria e Comércio, o empresário Valdete, e o suposto crime de sonegação fiscal por ele praticado, haja vista que o ente jurídico municipal não comete este tipo de delito; daí porque a alusão de que há alguma ilação entre tal fato e o governo do PADRE é um verdadeiro estelionato político e deve ser repudiado pelos setores sérios da sociedade teixeirense.
Vivemos em uma democracia e portanto não podemos condenar quem quer que seja, sem que antes lhe seja assegurado o direito a ampla defesa e contraditório. Ninguém pode ser considerado culpado sem que ocorra o trâmite final do processo. O fato atribuido ao senhor Valdete ainda se encontra em fase de apuração e este jornalista já se arvorou a juiz e o condenou perante a opinião pública.
Por outro lado se fóssemos fazer alusão a ficha criminal de outros políticos locais e seus assesores, por certo constataríamos que elas são tão extensas que, se impressas, dariam para cobrir os mais de 5 KM de asfalto feitos pelo Padre Apparecido.

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